Amar é uma das coisas mais bonitas que existe
O que entendo sobre o amor verdadeiro?
ESCRITAS
6/3/20261 min read


Acreditar no amor é uma das coisas mais bonitas que se tem. Trocar alianças é o laço mais eterno que existe. Mas nem todos estão prontos para o amor.
Amor é compatibilidade. Corpo que encontra outro corpo no presente. Desejos e ambições alinhadas com o futuro. O passado entra no amor como uma configuração de si, a caracterização individual. Cada um tem a sua história de vida, não se pode apagar, nem jogar no lixo. Mas conviver para que o EU esteja firme consigo, inabalável, lembrando de quem se é. Afinal, o amor não apaga ninguém.
Onde não há amor, há ego. Despir-se é necessário. Ir além do belo, do desejável. Olhar ativo, cuidadoso. É preciso mergulhar no outro, mas sem se perder, sem querer o mudar, sem o guiar com a sua seta. Ego destrói o amor.
Amor está ao alcance de todos, mas nem todos o alcançam. Por que é preciso entrega, ser honesto, ser leal (independente do acaso). Amor está nos diálogos francos, nas notificações de suas mudanças, e andanças. Exige confiar no outro. Exige coragem.
Ouço pessoas dizendo “não encontro um amor”. Corações machucados demoram a amar novamente. É necessário entrerrar coisas para viver um novo amor, se despedir do EU dolorido. Também sugiriria olhar para o lado oposto do que de costume, talvez ali seja mais seguro.
Amar é uma dádiva. É como subir uma montanha, exige esforços, coerencia, união, sabedoria, ajustes o tempo inteiro. Mas chegando lá, tem uma vista bonita, um descanso, uma paz. Amor é paz. Amor é subir juntos. Subir em paz.
Por isso, digo que o amor é para corpos compatíveis. Universos que se encontram. Chá e bolo. Filme e pipoca. Chuva e bota. Tpm e chocolate. Banho quente.
Vamos amar em voz alta!
[O que é o amor pra você?]
